A mais remota figura a ostentar tal apelido é Rui Gonçalves do Couto, conhecido como o Babilão, assim denominado por ter demandado a Babilónia, sendo este filho de Gonçalo Rodrigues da Maia, o Velho, e de sua consorte, D. Sancha Gonçalves de Belmir, senhor do couto de Palmazãos, descendente direto de Rodrigo Gonçalves, igualmente senhor do mesmo couto. Rui Gonçalves da Maia ou do Couto, cuja bravura se assinalou por notáveis feitos na Babilónia, donde regressou abastado, estabeleceu-se em Entre Douro e Minho, uniu-se em matrimônio com D. Estevainha e tornou-se senhor do couto de Palmazãos, de onde tomou o apelido. Seu filho, Fernão Rodrigues Babilão, herdou o senhorio desse couto e, não havendo geração do casamento com D. Elvira, doou-o, em 1298, ao mosteiro de Santo Tirso. O apelido Couto perpetuou-se por outros irmãos, que deixaram descendência. Timbre, o castelo do escudo. ...
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Notas legais
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As variações de sobrenomes são frequentes e derivam principalmente de atos involuntários, como erros de tradução ou inflexões dialetais, ou de atos voluntários, como tentativas de escapar da perseguição ou aquisição de títulos e propriedades de outras famílias