La famiglia Valente, di antichissima e nobilissima schiatta, ebbe dimora in Celico e successivamente in Spezzano Grande, con un ramo trasferitosi a Napoli alla fine del secolo decimo sesto, presente in Calabria sin dai primordi del secolo decimo quinto, e con altra diramazione insediata in Molfetta. Nel 1687, Filippo IV di Spagna riconobbe a questa casata, fra ventitré famiglie, la legittimità dei possessi silani. La famiglia godette di cappelle di juspatronato e di diritto a sepoltura gentilizia sin dal 1500, e i suoi membri furono insigniti dei titoli di Magnifico e Magnifico don, nonché iscritti nei Catasti Onciari come nobili, con garanzia di majorascato sino all’eversione. Alleata con i Rossi, Giuranna, Corrado, Guerra e altri lignaggi, la famiglia annoverò Vicari Generali, Capitolari, Canonici, Parroci, dottori in ambo le leggi e insigni epigrammisti. Altro ramo, di chiara origine ispanica, discende da Valentín Sestorres, giurato in Palma di Maiorca nel 1244 e 1257; i discendenti, cognominati Valenti o Valente, si propagarono in Italia e Francia, venendo ascritti alla nobiltà di Velletri, Ancona, Perugia, Trevi, Foligno, Rimini e al patriziato di S. Marino, ...
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BrasãoValente
1. Brasão da família: Valente
Língua do texto: Italiano
D'azzurro, al sinistrocherio di carnagione vestito al naturale, tenente un labaro d'argento caricato della divisa: Donum est considere in Domino Christo ruinae.
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